Clínica de Reabilitação

“Há relatos, de acordo com especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, de pessoas que desenvolvem sintomas importantes após o uso da maconha.
Problemas de memória e aprendizado;
Coordenação motora afetada;
Dependência, entre usuários frequentes;
uso precoce por crianças ou adolescentes gera alterações no desenvolvimento do cérebro;
Muitas dessas imagens aparecem após o uso contínuo da planta e altas doses, conforme explicado pela psicologia Flavia Serebrenic, mestre e doutora em Química de Dependência.
Depende também de uma predisposição do usuário, especialmente no caso de psicose e esquizofrenia.
“Depende da quantidade [fumada ou ingerida], frequência [de uso], composição do medicamento (quanto maior a porcentagem de THC, maiores os riscos) e as características de cada pessoa.
Outra variável é a idade de início do uso.

Para acabar com esses vício temos Clínica de tratamento para dependentes químicos e alcoólatras!

Estudos mostram quanto antes alguém começa, aumenta ou diminui ”, explica uma psicologia, que também é pesquisadora do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo.
Efeitos químicos Nem todo mundo que usa maconha desenvolve todos os efeitos listados acima, mas o risco de aumentar.
Conforme explicado pelo psiquiatra Ricardo Assmé, especialista em Dependência Química, os efeitos nocivos da maconha para a saúde humana são mais documentados do que os benefícios.
Confirme a citação de um dos estudos clássicos sobre o assunto, publicado em 1987 pela revista científica Lancet.
Ao seguir 50.000 pessoas ao longo de 15 anos, os pesquisadores na Suécia descobriram que as pessoas que começaram a fumar maconha tinham 3,7 vezes mais chances de serem diagnosticadas com esquizofrenia mais tarde na vida.
“Dependendo da frequência e quantidade de THC [um dos ativos ativos da planta] presente na maconha, você será reduzido como chances [de efeitos negativos].
Existem outros sete estudos, realizados na Austrália, Inglaterra, Alemanha, Nova Zelândia, que alertam até 11 vezes mais chances [de desenvolver esquizofrenia após o uso de maconha] ”, um aposentado ou psiquiatra, que também é diretor executivo da Associação Paranaense de psiquiatria.
Pessoas com esquizofrenia na família devem estar mais alertas, pois o risco aumenta se houver uma predisposição genética.
O problema é que nem sempre existe um histórico familiar que indique uma predisposição e o usuário de drogas está à mercê da sorte.
“Mesmo sem casos na família, ela pode até desenvolver psicose aguda”, acrescenta ela ou psiquiatra.
“Nossa preocupação é que os projetos de legalização da maconha diminuam a percepção de risco e aumentem o consumo.
Isso é percebido em muitos lugares do mundo.
Por exemplo, no estado do Colorado [Estados Unidos].
Após a legalização, a população passou de 4,7 para 10,8 fumantes com 12 anos ou mais ”, afirma.
Ansiedade e depressão Os principais problemas de saúde relacionados ao uso da maconha afetam o sistema nervoso central, com um risco aumentado de doenças como esquizofrenia, ansiedade e depressão.
Isso não significa que eles são os únicos.
“Há também um problema respiratório, porque a maconha tem muito alcatrão, o que favorece rinite alérgica, asma e chance de alergia.
Além disso, interfere na gravidez, reduz o crescimento fetal, a formação do esôfago e o estômago da criança.
Entre os jovens, traz perdas de execução, afetando a atenção e a memória recente.
Tudo isso é bem conhecido ”, explica o psiquiatra Ricardo Assmé.
Entre os usuários jovens, existem especialistas que defendem ou operam com a síndrome de amotivação.
Com uso frequente, esses adolescentes podem desenvolver sintomas de apatia e conformidade, que prejudicam a capacidade de organizar o pensamento, o planejamento e a tomada de decisão.
Para Marco Antônio Bessa, psiquiatra e chefe de um ambulatório de dependências químicas para crianças e adolescentes do Hospital das Clínicas da UFPR, em Curitiba, ou o uso de maconha é semelhante ao uso normal de cigarro – e os efeitos negativos, e continuam exibindo , Similarmente.

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